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  • Title: AGROECOLOGÍA Y AGRICULTURA FAMILIAR: UNA POLÍTICA, MÚLTIPLES ACTORES - Movimiento Agroecológico Latinoamericano (MAELA)
    Descriptive info: Alianza para la Soberanía Alimentaria.. Río+20.. Portada.. >.. | 10 de julio de 2013.. AGROECOLOGÍA Y AGRICULTURA FAMILIAR: UNA POLÍTICA, MÚLTIPLES ACTORES.. Video documental realizado por Fundación Proyecto Pereyra con el apoyo de APF Cañuelas.. Serie de entrevistas realizadas a lo largo del año 2012, teniendo como eje temático  ...   función en la sociedad, políticas, comercialización, rol de los consumidores.. Año 2013.. Tweet.. Aporta un comentario.. Un mensaje, un comentario?.. Texto de tu mensaje:.. (Para crear párrafos, deja líneas vacías.. ).. Quién eres?.. (opcional).. Tu nombre (o seudónimo):.. Tu dirección de correo electrónico:.. Por favor, deje este campo vacío :..

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  • Title: Video de lucha por el agua en San Miguel Ixtahuacán - Movimiento Agroecológico Latinoamericano (MAELA)
    Descriptive info: GUATEMALA.. | 9 de julio de 2013.. Video de lucha por el agua en San Miguel Ixtahuacán.. Les compartimos este video sobre la situación actual en San Miguel Ixtahuacán, donde los vecinos mantienen un bloqueo de carretera desde hace más de una semana en contra de la empresa Montana Exploradora (Goldcorp) ante el problema del agua causado por esta empresa y el incumplimiento por parte del Gobierno de Guatemala de las medidas cautelares decretadas por la CIDH.. El día 18 de junio del 2013,  ...   Siete Platos, que los vecinos solicitaron para una información clara del convenio otorgado por la Comisión Interamericana, Suscrito por la Municipal de San Miguel Ixtahuacán, la Empresa Montana y el Infom, la cual no aclaró toda la información que los vecinos querían, posterior proponen otra fecha para aclarar dicho convenio.. El 28 de junio del presente año no se presentaron los de la Empresa, los vecinos de la comunidad tomaron la medida de hecho.. Video realizado por Marcos Pérez.. Comunicación Comunitaria ante el bloqueo informativo..

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  • Title: Carta de organizaciones del campo a la presidenta (PT) - Movimiento Agroecológico Latinoamericano (MAELA)
    Descriptive info: BRASIL.. | 8 de julio de 2013.. Carta de organizaciones del campo a la presidenta (PT).. Carta dos movimentos do campo à Presidenta Dilma Rousseff Vossa Excelência Presidenta Dilma Roussef,.. Nós, organizações e movimentos sociais que vivemos no campo, trabalhamos e produzimos o alimento ao povo brasileiro, fomos convidados para uma reunião com a presidenta Dilma Roussef¬.. Aceitamos o convite e esperamos que deste diálogo, se abra um novo momento para verdadeiras soluções dos problemas que os trabalhadores e trabalhadoras do campo vêm sofrendo há décadas e que afetam as cidades.. Através desta carta, queremos contar qual será nossa posição na reunião com a Presidenta.. O povo brasileiro esta nas ruas, cobrando e reivindicando solução aos verdadeiros problemas da classe trabalhadora, exigindo redução nas tarifas, melhorias no transporte, lutando por melhorias no atendimento da saúde (SUS) e educação pública, gratuita, de qualidade, e pela democratização dos meios de comunicação, contra a repressão, entre outros.. As lutas exigem mudanças estruturais.. As lutas sociais são legítimas e somente elas podem melhorar as condições de vida de nosso povo.. Estamos e seguiremos juntos nas lutas populares que estão ocorrendo nas cidades e no campo.. Queremos manifestar nosso apoio e solidariedade às lutas e reivindicações populares da juventude, do povo dos bairros e de todos os trabalhadores e trabalhadoras que trabalham e vivem nas cidades.. No campo, há uma enorme dívida social e as desigualdades são cada vez maiores.. As terras se concentrando nas mãos dos latifundiários e de empresas estrangeiras.. Os bens da natureza, estratégicos, como terras, águas, florestas, sementes, minérios, estão sendo privatizados e entregues ao controle de grandes empresas.. Cerca de 8.. 300 grandes proprietários de terra, sozinhos, são donos de 83 milhões de hectares, enquanto que 4,3 milhões de famílias de trabalhadores e trabalhadoras da agricultura familiar e camponesa possuem 70 milhões de hectares.. No entanto, somos nós, responsáveis pela produção de 70% do alimento fornecido ao povo brasileiro.. O veneno agrícola usado pelo agronegócio chega na nossa na mesa causando muitos problemas de saúde.. Os preços dos alimentos são aumentados pela especulação das empresas.. A agricultura brasileira esta dominada pelas grandes empresas transnacionais.. Nove grupos empresariais dominam e agem como cartéis nos alimentos, controlam as sementes, a indústria de venenos, impõem os transgênicos e o uso de agrotóxicos em toda agricultura.. Desmatam grandes extensões de florestas e manguezais, invadem e perseguem populações indígenas, pescadores e quilombolas e trabalhadores do campo, impõem trabalho escravo, criminalizam e perseguem as  ...   outros.. 5.. O imediato banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo, a proibição das pulverizações aéreas e políticas de redução do uso de agrotóxicos no campo.. E profunda revisão na política de liberação dos transgênicos e controle social.. 6.. Que o governo assuma uma política de controle do desmatamento das forestas em todo país e apoie a recuperação de áreas degradadas e de reforestamento pela agricultura familiar e camponesa.. 7.. O cancelamento da privatização dos recursos naturais como água, energia, minérios, florestas, rios e mares.. Propomos a retirar do regime de urgência no congresso nacional, do projeto de Código de Mineração, e que o governo/congresso faça um amplo debate nacional com os trabalhadores brasileiros, para produzir um novo código de acordo com os interesses do povo brasileiro.. 8.. Implementação imediata de programas para erradicar o analfabetismo e garantir escolas em todas as comunidades rurais.. 9.. Suspensão de todos os leilões de privatização de áreas de perímetros irrigados no nordeste e destinação imediata para o INCRA realizar assentamentos para agricultura familiar e camponesa e adoção de políticas estruturais para democratização da água e para ajudar as famílias a enfrentar as secas.. 10.. Fim da lei Kandir, que isenta de impostos as grandes empresas exportadoras de matérias primas agrícolas, energéticas e minerais.. Além disso, apoiamos todas as reivindicações populares e a necessária reforma política de nosso país, com a convocação imediata de um plebiscito popular.. Para finalizar queremos, através desta carta, contar com o apoio de vocês, trabalhadores e trabalhadoras das cidades.. Seguiremos juntos, nos mobilizando e lutando.. Contem conosco!.. Brasil, julho de 2013.. Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), Via Campesina – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento das mulheres camponesas (MMC), Movimento dos Pescadores e Pescadoras (MPP), Conselho Indigenista Missionário (CIMI), A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), Associação Brasileira dos Estudantes de Engenharia Florestal (ABEEF), Pastoral da Juventude Rural (PJR), Entidzade Nacional de Estudantes de Biologia (ENEBIO), Articulação dos Empregados Rurais do Estado de Minas Gerais (ADERE), Movimento dos Atingidos pela Mineração (MAM), Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (SINPAF) – Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (FETRAF), Movimento Camponês Popular (MCP), Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA), Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), Articulação no Semiárido Brasileiro (ASA)..

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  • Title: Noticias - Movimiento Agroecológico Latinoamericano (MAELA)
    Descriptive info: > Noticias.. TRASNACIONALES EN LA AGRICULTURA.. | 17 de enero de 2013.. La Corporación.. Por Darío Aranda*.. Monsanto es la multinacional de semillas y agroquímicos más poderosa del mundo.. Cuenta con apoyo político y rentabilidad millonaria, y su modelo implica corrimiento de la frontera agropecuaria, desalojos rurales, desmontes y masivo uso de agroquímicos.. Su desembarco en Córdoba de la mano de la Presidenta y del Gobernador, maíz para agrocombustibles, la nueva ley de semillas y la profundización del modelo.. CHILE.. | 10 de enero de 2013.. Convocan a la Cumbre de los Pueblos Celac-UE.. Paralela a la Cumbre Celac-UE se realizará la Cumbre de los Pueblos en la que diversas organizaciones sociales latinoamericanas, del Caribe y europeas redactarán un informe sobre la labor de los gobiernos en favor de los pueblos.. ESPAÑA.. | 8 de enero de 2013.. Transgénicos, caras y ojos.. Por: Gustavo Duch (en la Jornada de México) El precandidato de ‘las izquierdas’ a la presidencia de Ecuador, Alberto Acosta, ex Presidente de la Asamblea Constituyente, hace pocos días manifestó tajante su posición contraria  ...   de diciembre de 2012.. Una semilla de soberanía para el pueblo qom.. El líder de la comunidad La Primavera, Félix Díaz, visitó la Facultad de Agronomía de la UBA y conmovió con su testimonio de luchas y carencias.. Luego de escucharlo, un grupo de docentes y alumnos gestionó insumos y recursos para que los qom cosechen maíz, componente fundamental de su alimentación y cultura.. Ahora, están trabajando en un programa de mejoramiento junto a ellos, que les permita seleccionar los cultivos que mejor se adapten y evita la compra permanente de semillas comerciales.. BOLIVIA.. | 26 de diciembre de 2012.. Manifiesto de la Isla del Sol.. Hermanas y hermanos: deseo expresar mi sorpresa por esta gran concentración que reúne, hoy, en esta Isla del Sol, a hermanas y hermanos que vienen del Abya Yala, de América, de Europa, de África y de Asia.. URUGUAY.. | 11 de diciembre de 2012.. Charla y cine.. Colectivo de Agroecología de la Costa invita: CINE AL AIRE LIBRE Y CHARLA ABIERTA.. |.. 30.. 36.. 42.. 48.. 54.. 60.. 66.. 72.. 78..

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  • Title: Comida é patrimônio e não mercadoria - Movimiento Agroecológico Latinoamericano (MAELA)
    Descriptive info: | 24 de junio de 2013.. Comida é patrimônio e não mercadoria.. (Por Gilka Resende, para Brasil de Fato).. Maria Emília Pacheco é formada em antropologia e, atualmente, é presidenta do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).. O órgão aproxima sociedade civil e governo nas questões de alimentação e nutrição.. Com uma trajetória de luta pelos direitos humanos, ela colaborou na formulação do conceito de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no Brasil, sempre atrelado aos princípios da soberania e do direito humano à alimentação.. Nesta entrevista ao.. Brasil de Fato.. , concedida após retornar de Porto Alegre onde participou do 7º Encontro Nacional do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), do qual faz parte, Maria Emília relaciona a comida a temas como saúde, cultura e meio ambiente.. Quais são os principais problemas do sistema alimentar dominante?.. Ele está cada vez mais concentrado.. Cerca de dez grandes transnacionais controlam os agrotóxicos, as sementes e os transgênicos.. Isso também acontece no consumo, quando são os supermercados os que dominam o varejo de alimentos.. Ao mesmo tempo em que permanece a fome no mundo, existe um aumento do sobrepeso.. A alimentação está dominada pela lógica privada e o alimento virou mercadoria, enquanto deveria ser visto, acima de tudo, como um direito humano.. Temos um sistema alimentar em crise.. E a situação do Brasil neste contexto?.. Melhoramos os índices gerais de desnutrição e subnutrição, embora eles permaneçam muito ruins entre as populações indígena e negra.. Ao mesmo tempo, temos visto o crescimento da obesidade.. Essa chega junto com a pressão alta, diabetes e problemas cardíacos.. Por  ...   bairros, o que ajuda a caracterizar uma cidade mais democrática.. Ainda mais nas grandes metrópoles, que têm sido objeto de muita especulação imobiliária.. Esses espaços criativos de produção já são construídos por centenas de grupos no Brasil, mas precisam virar política pública.. Existe uma cobrança individual em se ter uma alimentação saudável.. O Estado também deve ser responsabilizado?.. Isso.. É um equívoco pensar que a alimentação é exclusivamente uma escolha pessoal.. Há ambientes sociais e econômicos que influenciam.. Por exemplo, nós somos bombardeados com as publicidades de alimentos, que precisam de regulação, e isso é papel dos governos.. Você participou do recente encontro do FBSSAN.. Que desafios e ações o tema do evento -“Que alimentos (não) estamos comendo?”- trouxe?.. Muitos.. Quando vamos ao supermercado encontramos produtos com uma grande quantidade de químicos, corantes e acidulantes.. Enquanto isso, os alimentos artesanais são prejudicados por legislações sanitárias que usam parâmetros para uma produção industrial.. Precisamos rever essas normas, que são verdadeiros instrumentos autoritários.. Também é importante falar da agricultura familiar agroecológica, que é um caminho de resistência.. Ele traz o princípio da diversificação alimentar para romper com a monotonia das dietas.. Precisamos apoiar essas experiências que não usam agrotóxicos, que realizam o manejo sustentável dos bens da natureza e que resgatam as sementes crioulas (nativas).. É urgente valorizar as diferentes tradições culinárias e ter em conta o valor cultural da comida, pois corremos o risco de perder a memória alimentar do país.. Assegurar o direito humano à alimentação também implica nisso, em garantir o direito ao gosto.. Esta entrevista foi veiculada originalmente na edição impressa nº7 do Brasil de Fato (RJ)..

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  • Title: La agroecología nuestra de cada día - Movimiento Agroecológico Latinoamericano (MAELA)
    Descriptive info: CUBA.. La agroecología nuestra de cada día.. La Habana, 23 jun (PL) El VI Congreso de la (ACTAF) concluyó hoy con la decisión expresa de sus participantes de lograr una total integración en el desarrollo agrario y sobre la base de la utilización de la agroecología.. Este cónclave de la Asociación Cubana de Técnicos Agrícolas y Forestales (ACTAF) sesionó durante dos días en el capitalino Hotel Nacional, y buena parte de los más de 30 planteamientos formulados en esta, su última jornada, coincidieron en la necesidad de incrementar el uso de esa disciplina.. La directora de Cuadros del Ministerio de Agricultura, Julia Muriel, llamó a los más de 300 delegados a consagrarse en la utilización de la agroecología, la cual requiere sacrificio y amor, sostuvo al resumir el foro.. Significó la importancia de los análisis realizados sobre las estrategias y programas para la nueva etapa de las políticas institucionales del sector.. Es necesario el empleo de la técnica y la ciencia de forma eficiencia y aportar soluciones viables conducentes al desarrollo, agregó.. Asimismo, instó a dotar  ...   para encarar esas dificultades, para lo cual, dijo, no hay que esperar a los efectos del cambio climático en 2050.. No se trata de evaluar las pérdidas, sino de evitarlas, remarcó.. Recordó que la voluntad hidráulica en el país surgió cuando el líder de la Revolución cubana, Fidel Castro, habló de los efectos de fenómenos como del huracán Flora.. Idalmis Naszco, reelecta en el congreso de manera unánime como presidenta de la ACTAF para el nuevo período, resaltó la trascendencia de la agroecología como un sistema integrador en cuanto al aprovechamiento de los biorecursos.. Este es un país que necesita utilizar todos los recursos de que dispone para importar menos, subrayó.. Exhortó a que las tecnologías en el agro se apliquen bien en todos los lugares, lo que significa calidad, sostuvo.. También aseguró que este es un momento que abre oportunidades para que los jóvenes se vinculen al sector agropecuario, aunque ya desde 2007 se trabaja con ellos para que se adentren en la agroecología e intercambién con los protagonistas de las unidades productivas.. Fuente: Prensa Latina..

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  • Title: Encuentro regional de Agroecología en Corrientes, Argentina - Movimiento Agroecológico Latinoamericano (MAELA)
    Descriptive info: CRÓNICA.. | 17 de junio de 2013.. Encuentro regional de Agroecología en Corrientes, Argentina.. Participaron unas 800 personas, pertenecientes a 54 organizaciones de Misiones, Santa Fe, Formosa, Chaco, Corrientes, Buenos Aires y de los hermanos países de Paraguay y Uruguay.. Delegaciones integradas por alumnos, docentes, productores y técnicos intercambiaron saberes y compartieron experiencias demostrando que una Agricultura a favor de la Naturaleza y de la Vida es posible, urgente y necesaria.. El encuentro se inició el viernes 7 de junio con emotivo homenaje a dos impulsores de la agroecología en la región: MaguíCharpentier, promotora de capacitaciones sobre soberanía alimentaria, presente en el encuentro y Roberto “Coya” Cametti, integrante de la Red de Agricultura Orgánica de Misiones, fallecido en 1998.. En el acto de apertura hicieron uso de la palabra Gerardo Baez, del grupo agroecológico Las Tres Colonias, Luis Skupieñ, EFA San Martín, Chaco, Graciela Gásperi, de INCUPO, Mario Lenscak, Director Estación Experimental INTA, Benjamín Leiva, Subsecretaria AgricFliar, Nancy Sand, intendente de Bella Vista y Carlos Mauricio Espínola, intendente de Corrientes.. Luego del panel “Modelos de Desarrollo: amenazas y alternativas”, comenzó el trabajo en las mesas temáticas, donde se intercambiaron experiencias y aportaron propuestas relacionadas a: Sustentabilidad económica y ambiental de la agroecología, Comercialización y consumo responsable,  ...   los Milagros”, sobre el río Paraná, un campamento de jóvenes organizado por MAELA, donde se trabajó el tema: Agroecología y Soberanía Alimentaria.. El sábado por la mañana se realizaron visitas a las chacras, donde familias campesinas llevan adelante su trabajo agroecológico en Producción animal, quinta de frutales, plantas medicinales y producción hortícola.. En simultáneo, se implementaron talleres prácticos sobre: Elaboración de abonos naturales, Reciclados, Comunicación y Producción Agroecológica BIODINAMICA.. El Encuentro finalizó con una Declaración, donde las organizaciones presentes expresaron la necesidad y urgencia de: “Generar nuevos vínculos entre productores, consumidores, estado y ONGs, Concientizar y denunciar el impacto ambiental causado por el uso indiscriminado de agroquímicos, Incorporar la agroecología en todos los niveles educativos, Promover la formación integral de profesionales agrarios con una ética centrada en los valores de la vida, Incidir ante el Estado para hacer efectivo los derechos de los agricultores sobre el territorio garantizando la Soberanía Alimentaria de nuestro país”, entre otros puntos.. “La semilla está plantada”, resumió Juan Cáceres, productor chaqueño.. “Estos encuentros irán creciendo porque la sociedad comienza a reclamar cada vez más alimentos sanos y naturales y sobre todo una agricultura a favor de la vida y no de las enfermedades”.. Ver galería de imágenes en nuestra página de Facebook..

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  • Title: Las tierras baldías de Monsanto - Movimiento Agroecológico Latinoamericano (MAELA)
    Descriptive info: ANALISIS.. Las tierras baldías de Monsanto.. MIGUEL ÁNGEL GARCÍA VEGA (El País de Madrid) Es una de las expresiones más virulentas del efecto mariposa de la historia de la agricultura.. La aparición de trigo modificado genéticamente en una granja de Oregón (Estados Unidos) se ha transformado en una onda sísmica cuya magnitud aún se desconoce.. Lo cuantificable es que en las planicies de ese Estado se investiga si crece el trigo transgénico.. Son campos de cereales que el aire mece como un arpa de hierba.. Pero, a pesar de su belleza, ese cereal no debería enraizar ahí.. Está prohibido.. A esos parajes lo llevó (entre 1998 y 2005), al igual que a otros 15 Estados, Monsanto, el principal fabricante de semillas genéticamente modificadas del mundo.. Aunque nunca obtuvo la aprobación del Departamento de Agricultura de Estados Unidos (USDA), quien, por el contrario, sí permite el maíz, la soja o el algodón.. Se supone que en 2005 la empresa había concluido sus pruebas de campo con una planta cuya singularidad es que incorpora un gen que le permite soportar el Roundup Ready, un potente herbicida formulado con glifosato que vende la propia Monsanto.. Pero, por sorpresa, se ha hallado una cepa de trigo alterado en Oregón.. Y como primera medida, la Unión Europea y Taiwan han puesto bajo vigilancia las importaciones de trigo estadounidenses mientras que Japón y Corea del Sur las bloqueaban.. “Es como el síndrome de las vacas locas y la carne”, advertía Tim Hannagan, analista de cereales de Walsh Trading en Chicago.. Si la alteración genética se encuentra en otros Estados, las consecuencias económicas resultarían tremendas para este cereal y los agricultores.. “Seguramente sería rechazado por casi todos los países que habitualmente lo importan”, aventura Mike Adams, editor de Natural News.. Por eso, Monsanto busca estos días con insistencia la respuesta a una sola pregunta: ¿cómo ha llegado hasta allí? La empresa habla de sabotaje o de accidente tras analizar 30.. 000 muestras de 50 variedades que representan el 60% del trigo blanco de Oregón y Washington.. “Es un hecho aislado, que parece dirigirse hacia la mezcla accidental o premeditada de una pequeña cantidad de semillas durante la cosecha de la siembra o en el ciclo de barbecho de un campo individual”, declaraba la compañía a la agencia Reuters.. En esta tesis incide, a través del correo electrónico, Carlos Vicente Alberto, responsable de Sostenibilidad en Europa y Oriente Próximo de Monsanto: “Nuestras  ...   Syngenta controla el 53% del mercado mundial de semillas, y su presidente, Hugh Grant, aseguraba hace pocos días que este ejercicio espera “que los beneficios crezcan un 20%”.. De hecho, los analistas de Goldman Sachs calculan que en 2015 la empresa de transgénicos facturará 17.. 422 millones de dólares (13.. 200 millones de euros) frente a los 13.. 516 millones actuales.. El negocio, para Monsanto, florece.. A costa, eso sí, de una imagen pública marchita.. Tanto que hace pocos días, las calles de 52 países vivían manifestaciones en contra de la firma y los alimentos transgénicos.. Si China acepta la semilla trasgénica de la soja se abrirá un inmenso mercado Un ruido que no frena a la empresa.. Pues sigue con su estrategia de acordeón: crece con fuerza en mercados como América Latina y Estados Unidos, y se repliega allí donde su mala reputación les precede.. De hecho, acaban de anunciar que no presentarán más solicitudes de patentes de sus semillas transgénicas en la Unión Europa.. “No existe suficiente demanda de los agricultores, y esta tecnología no tiene una aceptación mayoritaria entre el público.. Carece de sentido luchar contra molinos de viento”, avanzaba un directivo de Monsanto la semana pasada.. Sin embargo, la retirada de Monsanto plantea recelos.. “Es falso que la compañía se vaya de Europa porque no ha retirado ninguna, de las muchas, patentes que tiene ya solicitadas.. Quitarán algunas oficinas, pero se trata de un repliegue cosmético”, critica Juan-Felipe Carrasco, miembro de la consultora medioambiental Salvia, quien recuerda que la empresa ha comentado que se mantendrá en aquellos países en los que tenga “respaldo político”.. Por ahora en Europa continental solo España y Portugal permiten su maíz (MON810) genéticamente modificado.. “Los europeos han hecho de los transgénicos, y del etiquetado de los productos, un tema político, y por eso Europa resulta un lugar difícil para que Monsanto haga negocios”, observa Darcey O’Callaghan, directora internacional de Food Water Watch.. De ahí su interés por Argentina, Paraguay, Uruguay o Brasil, donde el algodón, la soja y el maíz biotecnológico copan 65,3 millones de hectáreas.. En particular, la soja tiene un gran recorrido.. Brasil, Argentina y Paraguay ya han aprobado su semilla transgénica Intacta RR2 Pro, resistente a varios lepidópteros.. Sin embargo, el gran aldabonazo puede llegar si finalmente China aprueba la importación de Intacta.. Sería abrir la puerta a Monsanto a un mercado donde solo crecen cuatro millones de hectáreas de cultivos transgénicos..

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  • Title: Comenos veneno - Movimiento Agroecológico Latinoamericano (MAELA)
    Descriptive info: LIBRO.. | 12 de junio de 2013.. Comenos veneno.. "Las cosechas del futuro.. Cómo la agroecología puede alimentar al mundo" de Marie-Monique Robin.. “El aumento de enfermedades crónicas como la obesidad, la diabetes y el cáncer está directamente relacionado con los alimentos que comemos.. Las hormonas sintéticas presentes en los fertilizantes y pesticidas que entran en contacto con la comida son muy peligrosas para la salud y no suelen detectarse en los análisis toxicológicos, por lo que se invalida el principio de que la ‘dosis hace el veneno’”.. Con esta advertencia a modo de carta de presentación, la galardonada documentalista y periodista Marie-Monique Robin nos introduce en el mundo de la agroindustria, su campo de investigación desde hace más de una década, y sobre el que versa su último ensayo:.. Las cosechas del futuro.. Cómo la agroecología puede alimentar al mundo.. (Península).. Una obra fruto del análisis comparativo de diversos sistemas de producción alimentaria que, en sintonía con otras anteriores como Nuestro veneno cotidiano y El mundo según Monsanto, cuestiona el mito de que la bajada del precio de los alimentos o de que el fin del hambre en el mundo solo son posibles mediante la producción industrial de alimentos.. La principal novedad que aporta la autora gala con este último libro es que existe una alternativa demostrable, “más sobresaliente de lo que creía antes de iniciar la investigación”, y que se llama agroecología.. El cáncer de cerebro y la leucemia están creciendo a un ritmo anual del uno al tres por ciento entre los niños, según la OMS.. La transición de la agroindustria a la agroecología todavía es posible, explica Robin, pero aun existiendo la voluntad política necesaria para propiciar los cambios legislativos que la permitan, “llevará muchos años descontaminar las tierras y las aguas subterráneas hasta poder producir alimentos sanos”.. Es por ello que urge, en primer lugar, limitar el uso de pesticidas y transgénicos.. “España es el país más permisivo de la UE con el cultivo de Organismos Genéticamente Modificados (OGM) y la comercialización de otras sustancias tóxicas, como el bisfenol A que en otros lugares como Francia está prohibido”.. Una permisividad, alerta la autora gala, con unas consecuencias más que visibles: “Las parejas españolas son las que más problemas tienen de infertilidad en toda Europa, al afectar a una de cada cuatro”.. Al mismo tiempo, los cánceres de cerebro y la leucemia están creciendo a un ritmo anual del uno al tres por ciento entre los niños, según los datos de la Organización Mundial de la Salud (OMS), que ponen también de relieve el auge del origen fetal de las enfermedades en la edad adulta (presuntamente por el tipo de alimentación de la gestante).. “La propia Autoridad Europea de Seguridad Alimentaria (EFSA) ya se está dando cuenta de estas consecuencias y reconociendo las deficiencias del principio toxicológico de que la dosis hace el veneno’ debido a las indetectables hormonas sintéticas, como demuestra la mayoría de literatura científica sobre esta cuestión”, apunta Robin.. El cenit del petróleo lo  ...   de los combustibles fósiles como el petróleo y el gas, debido a su cenit.. Los productos químicos utilizados en la agroindustria se elaboran a partir de petróleo y gas, por lo que un aumento en el precio de estos recursos, junto a la escasez de agua, pondría a la agroindustria en la encrucijada.. “Esta es la gran debilidad de las industrias alimentarias.. Se sustentan sobre un modelo que depende de los combustibles fósiles, y está claro que el precio de éstos será cada vez mayor, por lo que el de los alimentos será parejo.. No tiene sentido que la alimentación en el mundo dependa de la producción de petróleo en una región tan convulsa como es Oriente Medio”, lamenta Robin.. Alimentos saludables en un mundo sostenible.. Las perniciosas consecuencias para la salud y el medio ambiente de la agricultura industrial, así como la crónica de una muerte anunciada que Robin comenzó a describir antes incluso de que se produjesen las primeras crisis alimentarias en Latinoamérica (relacionadas con los biocarburantes) han llevado a la francesa a recorrerse el mundo en busca de alternativas ecológicas.. Después de estudiar diferentes técnicas agroecológicas pudo comprobar que su rendimiento puede ser mayor que con técnicas propias de la agroindustria.. La gran debilidad de la agroindustria es que se sustenta sobre un modelo dependiente de los combustibles fósiles.. “Muchas veces, cuando hablamos de agroecología pensamos que se trata de volver a las técnicas empleadas por nuestros abuelos.. No es así, se trata de prácticas mucho más complejas que dependerán de la zona geográfica donde se desarrollen, del tipo de cultivo o del tipo de tierra”, explica la autora.. Sin embargo, Robin sí pudo comprobar que todos ellos coincidían en un principio básico: la complementariedad.. “Se trata de un principio común mediante el que se busca complementar la biodiversidad del medio, mediante rotación de cultivos o interfiriendo en los ciclos biológicos de los insectos, para prevenir plagas y aumentar la producción”.. La demanda de productos ecológicos por parte de los consumidores ha aumentado proporcionalmente al deterioro de la cadena alimentaria, “pero la oferta todavía no llega para abastecerlos a todos”, apunta Robin.. Para hacerla extensiva a todo el mundo no llega con la concienciación del consumidor, que al fin y al cabo es el que más poder detenta con sus decisiones de compra, sino que se necesitan medidas políticas concretas.. Entre las propuestas más urgentes para facilitar el cambio, la periodista cita “la prohibición de la especulación con alimentos, el fomento de la soberanía alimentaria mediante una férrea protección de los mercados y agricultores locales, y el acortamiento de las cadenas de distribución buscando conexiones directas entre consumidores y productores”.. Solo mediante la eliminación de los intermediarios y finalistas, explica la francesa, el precio de los alimentos orgánicos se reduciría hasta en un 90%”.. Las bases para posibilitar un cambio de modelo están puestas “desde hace muchos años”, pero de no iniciarse una pronta transición, advierte Robin, “no podremos anticiparnos a las crisis alimentarias que resurgirán en cualquier momento”..

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  • Title: Solidaridad con luchadora social hondureña - Movimiento Agroecológico Latinoamericano (MAELA)
    Descriptive info: CIBERACCION.. | 11 de junio de 2013.. Solidaridad con luchadora social hondureña.. Solidaridad para detener la criminalización del COPINH Ciberacción en apoyo a la libertad definitiva de Berta Cáceres y contra la criminalización.. “Es urgente que la comunidad internacional se manifieste a favor del respeto a los derechos del los pueblos indígenas a sus tierras, sus derechos humanos y la integridad física de las personas de comunidades de río Blanco” dijo a la feminista lenca y dirigente del COPINH, Berta Cáceres.. El pasado 24 de mayo, Cáceres fue detenida por un retén militar en el Departamento Santa Bárbara al norte de Honduras.. Como medida sustitutiva de su encarcelamiento, enfrenta un juicio, no puede salir del país y todas las semanas debe reportarse para firmar un libro en el juzgado de Santa Bárbara, además de que le fueron confiscada sus pertenencias..  ...   ubicado en tierras lencas y para el cual las comunidades no fueron consultadas en violación al Convenio 169 de la Organización Internacional del Trabajo (OIT) que exige consultas vinculantes a comunidades indígenas afectadas por proyectos en sus comunidades.. “Se sintió muy fuerte la presión internacional en estos días y es muy importante porque el trasfondo de esto es atacar la lucha de Rio Blanco en defensa del río Gualcarque donde se quiere construir la represa”.. Dijo que urge detener la criminalización del COPINH, que se está recrudeciendo en la forma de represión, persecución, desalojos y capturas.. “Pese a eso, las comunidades tuvieron asamblea el pasado domingo 26 de este mes y allí se reiteró que la lucha continúa a pesar de esa criminalización.. Súmate a la ciberacción por la anulación del juicio contra Berta y contra la criminalización del COPINH..

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  • Title: Noticias - Movimiento Agroecológico Latinoamericano (MAELA)
    Descriptive info: URUGUAY / AGROTÓXICOS.. | 10 de diciembre de 2012.. Más de lo mismo.. Por: Amanda Muñoz (ladiaria.. com.. uy).. Esta vez son latas de clorpirifos, un insecticida del tipo organofosforado que se aplica en cultivos de soja, trigo, cebada, avena, maíz, frutales, papa y remolacha.. Merino es un pueblo de Paysandú ubicado en el límite con el departamento de Río Negro.. Comunicado de MAELA.. | 1ro de diciembre de 2012.. Siguen cayendo compañeros/as campesinos/as en la lucha por la tierra y dignidad.. El Movimiento Agroecológico de América Latina y el Caribe, MAELA, emitió el siguiente comunicado en solidaridad y denuncia de la criminalización y violencia aplicada contra luchadores y luchadoras por la tierra en el Paraguay.. PARAGUAY.. Comunicado urgente por nuevo crimen contra campesino en Marina Cué.. Las noticias de represión y muerte  ...   en debate.. Por Darío Aranda, Página/12, Argentina.. - “La ley Monsanto.. ” Es una de las formas en la que movimientos campesinos, pueblos indígenas y organizaciones sociales bautizaron al proyecto de ley de semillas que prepara el Ministerio de Agricultura.. | 1ro de noviembre de 2012.. Campesinos rechazan uso de transgénicos y agroquímicos.. Fuente: Agencia CERIGUA.. Campesinos, agroecológicos, facilitadores y ecologistas de América Latina rechazaron la implementación de semillas y razas transgénicas en el sistema agropecuario, durante el Encuentro Latinoamericano de Agroecología y Pesca.. | 31 de octubre de 2012.. CONVOCATORIA A LAS ESCUELAS DE AGROECOLOGIA DE AMÉRICA.. El Movimiento Agroecológico de América Latina y el Caribe, MAELA, convoca al I Encuentro Latinoamericano de Escuelas de Formación en Agroecología, que se realizará del 16 al 19 de noviembre del 2012, en Paraguay.. 84..

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